segunda-feira, 30 de março de 2015

XXXII FESTA FEIRA AGRÍCOLA E ARTESANAL DE MORRETES/PR

A 32ª edição da Festa Feira Agrícola e Artesanal de Morretes deve atrair mais de 100 mil turistas nos 11 dias de festa. O evento, que começa na quinta-feira 30 de Abril e vai até 10 de Maio, é um dos maiores destaques do litoral paranaense e conta com dezenas de barracas com alimentos e produtos típicos da região como frutas, verduras, compotas, balas de banana e de gengibre, chips de aipim, barreado, entre outros.
A festa também terá uma repleta agenda de shows, palestras, oficinas e dança típica, Morretes é a terceira cidade paranaense que mais recebe turistas em todo o estado. 
Uma das alternativas para visitar a feira é através do passeio de trem pela Serra do Mar. Ao todo, são 110 quilômetros pela área preservada de Mata Atlântica. O passeio é operado pela Serra Verde Express e sai da Rodoferroviária de Curitiba, todos os dias, às 8h15min. O veículo tem capacidade para transportar 1.104 passageiros nas classes econômica, turística, executiva e litorina. 
Morretes também conta com muitos restaurantes, lindas pousadas e hotéis que enriquecem o setor turístico da região.

#VemPraMorretes # FestaFeira2015 #FestaFeira #Morretes

Mais informações na Prefeitura Municipal
Fone: (41) 3462-1266

sexta-feira, 27 de março de 2015

Artinerant's" em Morretes - Arte em Movimento - Espetáculo Circense "Vizinhos"

Breve em Morretes, um lindo espetáculo circense da companhia Artinerant's"

Arte em movimento - Espetáculo Circense "Vizinhos"

03 de Abril - 19 horas - Estacionamento do Centro de 
Eventos de Morretes.

#VemPraMorretes #Morretes #Paraná #Arte #Circo

https://vimeo.com/97156514


terça-feira, 24 de março de 2015

Morretes como referência nacional de administração pública

Morretes como referência nacional de administração pública

Morretes como referência nacional de administração pública
O município acaba de conquistar o premio Melhores Prefeituras Brasileiras. O título é conferido pelo instituto Leia Hoje Online. Concorreram 5.570 prefeituras brasileiras. Os critérios de avaliação passam pela aplicação responsável de recursos públicos analisando equilíbrio fiscal e austeridade, transparência e credibilidade junto à órgãos federais e estaduais e Tribunais de Contas e Ministério Público. Vale lembrar que Morretes é também referência no Turismo mundial e agora exemplo para todos em dias de corrupção sem precedentes na administração pública.
Do Turismo á Gestão Responsável
Conhecer Morretes é viver a natureza, o verde das montanhas e o ar puro das cachoeiras, bosques e recantos ainda inexplorados. É  conviver com a exuberância do que há de mais belo no Paraná e reviver nossa cultura.
Morretes, de tantas gerações, teve seu primeiro alento em 1721, quando o Ouvidor Rafael Pires Pardinho determinou que a Câmara de Paranaguá demarcasse trezentas braças de terra em quadra, no local onde seria a futura povoação de Morretes. Em 31 de outubro de 1733 foi realizada a medição das terras. No local residia o rendeiro do porto João de Almeida, primeiro morador das terras delimitadas. Foram construídas duas casas: uma pertencia a João de Almeida, no morro da Igreja  e outra denominada Casa da Farinha. Após a demarcação as localidades receberam os nomes de Nossa Senhora do Porto e Menino Deus dos Três Morretes.
A vila foi elevada a cidade a 24 de maio de 1869, com o nome de "Nhundiaquara". Em 7 de abril de 1870 passou a ser chamada de "Morretes".
Fica então o convite para visitar Morretes, suas paisagens e majestosa natureza.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Chilenos no Candonga - Morretes (PR)

(Por Anecy Oncken)
Na última sexta-feira, o Povoado do Candonga recebeu a visita de vários chilenos, num total de 30 pessoas da comunidade rural de Panguipulli (uma cidade na província de Valdívia, no sul do Chile, administrada pela Prefeitura Municipal de Panguipulli. A cidade é conhecida por sua beleza natural e é chamada de "Cidade das Rosas". A maior parte do município encontra-se em montanhas e vales. Os primeiros habitantes de Panguipulli registrados pela primeira vez eram indígenas mapuches que viviam ao longo das margens dos principais rios e lagos da região.

A primeira menção de Panguipulli foi em 1776), mais 5 pesquisadores, inclusive o Christian, da Universidade Austral do Chile (A Universidade Austral de Chile é uma das mais importantes instituições do investigação chilenas e a mais antiga ao sul do Chile, tendo sido fundada em 1954. Suas unidades de ensino estão distribuídas nas comunas de Valdívia e Puerto Montt) e claro, os 4 motoristas. Eles vieram numa Missão Tecnológica da Universidade Austral, para participarem de um centro de estudo ambiental no Brasil, mais precisamente, no Povoado do Candonga, Rio Sagrado, Morretes.
Em setembro de 2009 algumas pessoas do Candonga também foram numa missão, cada uma representando sua profissão, eu como representante da Educação da Zona Rural, para o Chile, coordenada pelo estudante de mestrado, Christian.
Só que rever o Christian foi emocionante. A bem, da verdade ele queria ter reunido todas nós, que participamos da viagem de 2009, mas foi impossível, mesmo assim estiveram a “mãe” da turma, Antônia, Angélica, Sueli e eu.
O ônibus chegou ao Candonga, estacionou perto da Cozinha Comunitária e de lá eles iriam para a pousada da Leila, o Darcy “Raposão” levou-os na camioneta. Foi bem interessante ver que todos subiram na carroceria com a maior alegria. Teve que fazer duas viagens.
Antônia levou a maioria deles para conhecerem o Posto de Saúde. E com que orgulho ela explicava que mais parecia uma "mini-clínica". Só não os levei na Escola do Candonga, porque Christian estava com pressa. Aliás, excursão é assim mesmo, tudo cronometrado.
Conversei bastante com os pesquisadores, Rodrigo Cuevas, arquiteto, com Guilhermo Pacheco Habert, coordenador da pesquisa e com Michel Faurand, verdadeira troca de experiência. Ah, a simpática Nolasca também estava lá para recepcioná-los. Eu fiquei tão feliz em estar presente, que parecia que os conhecia há muito tempo e como já falei, o Candonga tem um imã que atrai chilenos e em todas as visitas a Antônia está sempre pronta para acolhê-los e muitas vezes, até hospedá-los. Pena que fiquei pouco tempo, pois tinha que retornar ao meu trabalho.

"CHILENOS NO POVOADO DO CANDONGA - MORRETES (PR) (Por @[100001313648822:2048:Anecy Oncken])

Na última sexta-feira, o Povoado do Candonga recebeu a visita de vários chilenos, num total de 30 pessoas da comunidade rural de Panguipulli (uma cidade na província de Valdívia, no sul do Chile, administrada pela Prefeitura Municipal de Panguipulli. A cidade é conhecida por sua beleza natural e é chamada de "Cidade das Rosas". A maior parte do município encontra-se em montanhas e vales. Os primeiros habitantes de Panguipulli registrados pela primeira vez eram indígenas mapuches que viviam ao longo das margens dos principais rios e lagos da região. 

A primeira menção de Panguipulli foi em 1776), mais 5 pesquisadores, inclusive o Christian, da Universidade Austral do Chile (A Universidade Austral de Chile é uma das mais importantes instituições do investigação chilenas e a mais antiga ao sul do Chile, tendo sido fundada em 1954. Suas unidades de ensino estão distribuídas nas comunas de Valdívia e Puerto Montt) e claro, os 4 motoristas. Eles vieram numa Missão Tecnológica da Universidade Austral, para participarem de um centro de estudo ambiental no Brasil, mais precisamente, no Povoado do Candonga, Rio Sagrado, Morretes.
Em setembro de 2009 algumas pessoas do Candonga também foram numa missão, cada uma representando sua profissão, eu como representante da Educação da Zona Rural, para o Chile, coordenada pelo estudante de mestrado, Christian.
Só que rever o Christian foi emocionante. A bem, da verdade ele queria ter reunido todas nós, que participamos da viagem de 2009, mas foi impossível, mesmo assim estiveram a “mãe” da turma, Antônia, Angélica, Sueli e eu.
O ônibus chegou ao Candonga, estacionou perto da Cozinha Comunitária e de lá eles iriam para a pousada da Leila, o Darcy “Raposão” levou-os na camioneta. Foi bem interessante ver que todos subiram na carroceria com a maior alegria. Teve que fazer duas viagens.
Antônia levou a maioria deles para conhecerem o Posto de Saúde. E com que orgulho ela explicava que mais parecia uma "mini-clínica". Só não os levei na Escola do Candonga, porque Christian estava com pressa. Aliás, excursão é assim mesmo, tudo cronometrado.
Conversei bastante com os pesquisadores, Rodrigo Cuevas, arquiteto, com Guilhermo Pacheco Habert, coordenador da pesquisa e com Michel Faurand, verdadeira troca de experiência. Ah, a simpática Nolasca também estava lá para recepcioná-los. Eu fiquei tão feliz em estar presente, que parecia que os conhecia há muito tempo e como já falei, o Candonga tem um imã que atrai chilenos e em todas as visitas a Antônia está sempre pronta para acolhê-los e muitas vezes, até hospedá-los. Pena que fiquei pouco tempo, pois tinha que retornar ao meu trabalho."

(Fonte: Anecy Oncken)

quarta-feira, 18 de março de 2015

Nos Trilhos da História. (Por Laurice De Bona)

Inaugurada há 130 anos, no dia 02 de fevereiro de 1885, a ferrovia Paranaguá-Curitiba deve sua existência às manobras políticas do governo imperial, que driblou interesses divergentes e a falta de recursos para destravar a ligação definitiva entre a capital e o Litoral da então Província do Paraná. Foram quinze anos de espera até que as primeiras marias-fumaças dessem o ar da graça. 
Hoje, a centenária estrada de ferro continua sendo uma referência pela sua engenharia ousada, importância econômica e pela beleza de suas estruturas, que rasgam a Serra do Mar por meio de túneis abertos no coração da rocha, pontes que parecem flutuar no vazio e curvas sobre penhascos que desafiam os espíritos mais corajosos.
No dia da inauguração, houve nas imediações da estação um protesto dos carroceiros que faziam fretes entre Curitiba e o Litoral pela Estrada da Graciosa. Com a chegada da ferrovia eles ficaram temerosos com o futuro dos fretes de carroças que transportavam principalmente erva-mate. Após três dias, em 05 de fevereiro, passaram a circular os trens regulares de passageiros, com tarifas e horários definidos.

terça-feira, 17 de março de 2015

Programa de humor nos EUA satiriza Dilma e corrupção na Petrobras

Os escândalos de corrupção da Petrobras que somaram US$ 800 milhões em propina ganharam espaço num programa de humor veiculado pela HBO nos EUA e no Canadá. John Oliver, do Last Week Tonight, satirizou tanto o escândalo quanto o pronunciamento da presidente Dilma Roussef (PT) quando ela pediu calma aos brasileiros. Oliver também falou sobre o panelaço que ocorreu em todo o país durante o discurso de Dilma e se mostrou indignado diante do fato da presidente, apesar de ter sido do conselho da Petrobras quando os atos de corrupção já ocorriam na estatal, ter sido inocentada de qualquer envolvimento com a prática ilícita.
Fonte: Fábio Campana

segunda-feira, 16 de março de 2015

Histórias de Morretes

A Escrava Anhaia (Por Laurice Salomão De Bona)

Nos arredores de Morretes, antigamente, haviam muitos engenhos de erva-mate. A maioria era composto pela Casa Grande, (onde os Senhores moravam), pela Senzala,(onde os escravos eram trancados à noite),e mais depósitos e estrebarias.
Numa dessas casas trabalhava uma escrava muito bonita, robusta, muito boa para os patrões e que amamentava e zelava pelo bem estar das crianças, pois era costume da época,toda criança que nascia ser amamentada pela " Ama de Leite"
Os patrões, em forma de gratidão, deram à escrava uma casa com empregados, alguns quilômetros acima da Casa Grande.
Seu nome era Anhaia e o local onde fora morar ficou conhecido como Mundo Novo de Anhaia.